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Em busca de mais mobilidade e qualidade de vida, cidades buscam soluções para ter menos carros nas ruas

Em busca de mais mobilidade e qualidade de vida, cidades buscam soluções para ter menos carros nas ruas

Já parou para pensar quanto tempo da sua vida você gasta no trânsito?  Pesquisadores de Londres descobriram que motoristas gastam, em média, 106 dias de suas vidas procurando vagas para estacionar. Dá para acreditar nisso?  E em uma cidade como São Paulo, por exemplo, quem usa o carro para trabalhar todos os dias permanece o equivalente a um mês por ano somente no trânsito.

Além do estresse de ficar parado no trânsito, o excesso de carros nas ruas aumenta a quantidade de gases de efeito estufa na atmosfera e também o número de doenças respiratórias, causadas principalmente pelo dióxido de carbono. Pensando em maneiras de mudar esta realidade, algumas cidades passaram a adotar as chamadas zonas livres de carro, além de outras maneiras de incentivar cada vez mais o uso de meios alternativos (caminhada, bicicletas, skate, entre outros) ou públicos para realizar seus trajetos diários.

Conheça algumas iniciativas mais bacanas mundo afora:

Madri, Espanha
Algumas partes da cidade já são proibidas para a circulação de carros todos os dias, mas o plano é aumentar essas áreas e aumentar também o valor da multa para quem desobedece a ordem. Somente moradores, transporte público e ambulâncias podem circular em determinadas ruas.

Paris, França
Desde que os níveis de poluição da cidade alcançaram níveis altíssimos no primeiro trimestre de 2014, algumas ruas do centro ficaram fechadas para a circulação de veículos. A prefeitura estuda agora, estender esta proibição para os outros dias da semana. Eles também estão bastante empenhados em divulgar dados relacionados à poluição para a população com o intuito desencorajar o uso de automóveis.

Gent, Bélgica
Em 2013 foi feita uma consulta pública sobre melhorias urbanas e o fechamento de ruas para carros foi uma das sugestões. De lá pra cá, 22 ruas se transformaram em praças e espaços de convivência.

Chegdu, China
A cidade-satélite chinesa foi planejada de forma que fosse possível chegar a qualquer local com uma caminhada de 15 minutos.

Hamburgo, Alemanha
A ideia de criar uma ‘rede verde’ que interliga os parques, praças e até mesmo cemitérios da cidade por meio de calçadas e ciclovias. A rede deverá cobrir 40% da cidade e ao contrário das outras calçadas e ciclovias regulares, o caminho da rede verde é mais curto e também mais divertido, justamente para incentivar o uso destes meios alternativos.

Milão, Itália
Quem deixa o carro em casa em Milão ganha um vale com o valor do bilhete de ônibus ou trem para circular na cidade. Para fiscalizar os veículos, é preciso instalar uma caixa que se conecta a internet do carro.

Copenhague, Dinamarca
Após investir em ciclovias e políticas de mobilidade durante muitos anos, Copenhague é a cidade europeia com a menor taxa de propriedade de veículos. O desafio, agora é construir autoestradas de bicicletas para permitir que os ciclistas cheguem a outras cidades com tranquilidade e segurança.

Helsinki, Finlândia
Para incentivar a população a deixar os seus carros em casa, Helsinki desenvolveu um aplicativo que consegue informa as rotas disponíveis aos usuários, que podem escolher o tipo de transporte e também onde encontrá-lo ou os horários disponíveis. As opções variam entre ônibus, trens, metrôs, bikes, carros e táxis compartilhados etc.

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